sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Bom 2013 Concerto do dia de Ano Novo 1Jan18h.



Miguel Sousa piano
Eurico Cardoso violino
Liliana Ramos trompete
Sonatensatz (Scherzo), J.Brahms

Sonata nº5 em Fá Maior, op.24 Beethoven
I - Allegro
II - Adagio molto espressivo
III -  Allegro molto
IV - Allegro ma non troppo;

Danças Romenas, Béla Bartók
Eurico Cardoso, violino
Miguel Sousa, piano

Concerto em Mi b Maior , Hummel
I - Allegro con spirito  

Sonata em Mi b Maior,  Thorvald Hansen
I - Allegro con brio
II - Andante molto espressione
III - Allegro con anima

Liliana Ramos, trompete
Miguel Sousa, piano

Johann Strauss - Vienna Waltz


A 1 de Janeiro 2013 pelas 18 horas  realiza-se o Concerto de dia de Ano Novo do Club Setubalense. Reinicia-se deste modo uma tradição da primeira actividade pública do Cub  que foi a 1 de Janeiro de 1856  conforme referência de dia 6 de Janeiro desse ano no Jornal O Setubalense acabado de se iniciar há só seis meses .  Este ano vai fazer-se uma referencia aos famosos "concertos de Ano Novo de Viena de Áustria". 

 Não vai faltar uma dança de valsa da família Strauss:Valsa de Viena.


O Concerto de Ano Novo de Viena é muito popular em toda a Europa e, mais recentemente, em todo o mundo. A procura de bilhetes é tanta que é necessário efectuar um pré-registo com um ano de antecedência que possibilita a participação no sorteio dos bilhetes não reservados para o concerto do ano seguinte. Muitos bilhetes estão pré-reservados para algumas famílias austríacas, sendo herdados de geração em geração.

O concerto foi criado em 1939 e é transmitido pela televisão desde 1991. Actualmente O concerto é televisionado e assistido por um bilhão de pessoas em mais de cinquenta países. Normalmente são tocadas doze peças, com uma duração de aproximadamente duas horas, com uma pausa de trinta minutos. O concerto tem polkas, valsas e marchas. O concerto acaba tradicionalmente com três encores. O primeiro é normalmente uma polka rápida (música tradicional austríaca), a segunda é a famosa valsa, o Danúbio Azul, de Johann Strauss II, em que, também segundo a tradição, os primeiros acordes são interrompidos com aplausos de reconhecimento da audiência, após o que o maestro e a orquestra endereçam, colectivamente ao público os seus votos de Feliz Ano Novo. Segue-se então a interpretação do Danúbio Azul, após isso, o concerto encerra com a Marcha Radetzky. Durante a execução desta composição alegre e festiva, a audiência é convidada, pelo maestro, a participar, aplaudindo ao ritmo indicado pelo maestro, que se vira ao público.
Na Av. Luisa Todi 99, a animação não vai faltar ao som de Strauss e outros.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Piano- Recital 22Dez18h



J. S. Bach - Suite francesa nº 2 em dó menor
I-Allemande,  II-Courante,  III-Sarabande,  IV-Air,  V-Menuet I,  VI-Menuet II,  VII-Gigue
L. van Beethoven - Sonata nº 7 em ré maior, op. 10 nº 3
I-Presto,  II-Largo e Mesto,  III-Menuetto: Allegro,  IV-Rondo: Allegro, 
A. Scriabin - Prelúdios op. 16
I-Andante,  II-Allegro,  III-Andante Cantabile,  IV-Lento,  V-Allegretto 
A. Scriabin - Prelúdio e Noturno para a mão esquerda op. 9
Prelúdio em dó # menor, op. 9 nº 1
Noturno em lá b maior, op. 9 nº 2
F. Liszt - Étude de concert S. 144 nº 3 - "Un Sospiro"


HELENA CARICHAS

domingo, 12 de agosto de 2012

25 Agosto 21h

Josefina Fernandes em Sonata em Mi m K. 304/300c, de W. A. Mozart; Sonata em Sol M Op. 79, J. Brahms com Gonçalo Gonçalo Santana Simões e Sonata em Lá maior de César Frank 










Sonata para Piano e Violino em Mi menor K 304, de Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791), a quarta de um grupo de sete sonatas escritas por Mozart em Mannheim e Paris durante 1778. A Sonata em Mi menor é a única com tonalidade menor deste grupo, tendo o primeiro andamento sido escrito em Mannheim e o segundo em Paris. Tal como as outras sonatas do grupo, esta sonata apenas possui dois andamentos, partindo de um sentimento claramente doméstico para uma profundidade dramática através do uso de uma tonalidade menor. Não é por mero acaso que o piano precede o violino no título da obra: as colecções de sonatas para piano com acompanhamento de violino abundam entre os compositores do final do século XVIII, contudo, na Sonata em Mi menor, Mozart parece dar ao violino alguma igualdade (relativamente ao piano) na escrita musical. Isto pode ser observado no tema inicial do Allegro, que é dramaticamente anunciado por ambos os instrumentos em uníssono, sendo o violino o primeiro a desenvolvê-lo, seguido pelo piano. O Tempo di Menuetto que se segue é menos intenso que o primeiro andamento e inclui uma secção no modo maior. Esta sonata, junto com mais cinco (K 301 a 306) foi publicada em Paris no final do ano de 1778 como Op. 1, nºs 1 a 6, com a uma dedicatória a Maria Elisabete, eleitora palatina presento no frontispício desta colecção.
A segunda sonata é a Sonata para Violino e Piano em Sol Maior Op. 78, de Johannes Brahms (1833-1897), foi escrita entre 1878-79, um período coincidente com a conclusão da Sinfonia N.º 1 e do Concerto para Violino. A Sonata é uma obra extremamente lírica, composta de melodias longas que de pequenos temas assim como de extrapolações expansivas que desenvolvimentos concisos. É, ao mesmo tempo, uma das obras mais rigidamente estruturadas, com um grau de integração formal raro na obra de Brahms. O ritmo pontilhado do tema que inicia o primeiro andamento (Vivace ma non troppo) domina segundo tema do Adagio assim como todo o terceiro andamento (Allegro molto moderato) e o segundo tema do Adagio reaparece na secção central do último andamento, dos três que compõem a Sonata. O primeiro andamento, Vivace, é tornado mais temperado pelo ma non troppo, em forma-sonata com dois temas plenos de lirismo. O andamento central, um Adagio, utiliza uma forma ternária, com um emocional tema principal, em que o violino possui um claro papel principal. O último andamento, Allegro molto moderato, abre com uma citação directa de Regenlied (Canção da Chuva) Op. 59 N.º 3, uma obra melancólica no modo menor que recorda os distante anos de juventude. Na Sonata, Brahms inicia este tema no modo menor mas, com o regresso do tema do Adagio, regressa à tónica maior da Sonata (Sol maior). A obra termina com uma calorosa coda, de bonito desenho. Luís C. F. Henriques | www.luiscfhenriques.com

César Frank de nacionalidade Belga é evocado com a obra prima da música de câmara francesa do sec XIX, pilar do romantismo.



terça-feira, 10 de julho de 2012

Sábado 14 Julho 18h PIANO e VIOLONCELO

Sonata para violoncelo e piano nº3 em lá maior, op.69, de L. van Beethoven
Sonata para violoncelo e piano em dó maior, op.119, de S. Prokofiev


Joana Correia Violoncelo
Iniciou os seus estudos musicais no Conservatório Regional de Ponta Delgada com a professora Teresa Carvalho. Concluiu o 5º grau com a professora Svitlana Chernous. Em 2006 foi admitida na ARTAVE na classe de violoncelo do professor Jaroslav  Mikus, participando nas diversas actividades promovidas pela escola. Terminou o Curso Instrumentista de Cordas em 2009. Trabalhou com os professores Anatoli Krastev, Ditta Rohmann, Endre Balog, Lauren Franklin, Márcio Carneiro, Paulo Gaio Lima e Xavier Gagnepain. Em música de câmara trabalhou com os professores Alexandra Mendes, António  Ferreira, Gregori Spektor, Irene Lima, Luís Machado, Nuno Inácio, Paulo Pacheco e Raquel Costa. Participou num Curso de Aperfeiçoamento de Música de Câmara de Guimarães com o maestro António Saiote. Participou na OJ.COM de 2006, nos 8º e 9º Estágios da Orquestra APROARTE, fez parte da orquestra Momentum Perpetuum e pertence à Orquestra Sinfónica da Escola Superior de Música de Lisboa. Trabalhou com os maestros Alberto Roque, António Melo, António Sérgio, Cesário Costa, Christopher Bochmann, Emílio de César, Ernest Shelle, Luís Machado, Martin Andre, Osvaldo Ferreira e Vasco Azevedo. Actualmente é finalista do Curso de Execução (violoncelo) na Escola Superior de Música de Lisboa na classe da professora Clélia Vital.
Helena Carichas Piano
Exerce funções de docente de piano na Academia de Amadores de Música desde 2009 É finalista da Licenciatura em Música na Escola Superior de Música de Lisboa,
na classe de Miguel Henriques. Em Música de Câmara recebeu orientação dos professores Irene Lima, Fernando Fontes, Nuno Inácio, Alexandra Mendes e Clélia Vital. É pianista da
Orquestra de Câmara Contemporânea e recentemente iniciou um Duo com a violoncelista Joana Correia. Apresentou-se em salas nacionais, como o Teatro Malaposta, o Club Setubalense, o Teatro São Luiz, o Museu da Música, a sala Tomás Borba da Academia de Amadores de Música (concerto integrado no ciclo “Musicália”, em celebração dos 70 anos do início da colaboração de Lopes-Graça com a  Academia) e no Teatro Municipal de Almada. Tem estreado peças de jovens compositores portugueses.
Iniciou os seus estudos com Savka Konjikusic no Conservatório de Música D. Dinis, com quem concluiu o 8º grau de piano. Frequentou como ouvinte e intérprete masterclasses com Galina Eguiazarova, Sequeira Costa, Michael Uhde e Olga Prats.