sexta-feira, 24 de maio de 2013
domingo, 5 de maio de 2013
terça-feira, 30 de abril de 2013
Sábado 4Maio18h Ana Margarida Silva
Ana Margarida Silva P I A N O http://anamargaridasilva-piano.blogspot.pt/
Tempestuoso; Allegro Rubato; Allegro precipitato; Smanioso; PrecipitosissimoL. V. Beethoven Sonata numero 13 Op.27 n. 1 ‘Quasi una fantasia’
Andante - Allegro - Andante; Allegro molto e vivace; Adagio con espressione; Allegro vivace
F. Mendelssohn Variations sérieuses Op. 54
---- Intervalo----
M. Ravel Miroirs:
Oiseaux tristes; Une barque sur l'océan
S. Prokofiev Sarcasms Op.17
Tempestuoso; Allegro Rubato; Allegro precipitato; Smanioso; Precipitosissimo
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Ana Margarida Silva, natural de Lisboa, iniciou os seus estudos musicais no Instituto Gregoriano de Lisboa. Posteriormente, completou a Licenciatura em Piano na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo do Porto. Através do Programa Erasmus, estudou na Liszt Ferenc Academy, em Budapeste, com o Pianista Lászlo Baranyay. Durante os seus estudos de piano recebeu também a orientação da Pianista Savka Konjikusic. Ana Margarida participou em diversas masterclasses das quais se destacam as orientadas pelos pianistas Fausto Neves, Sequeira Costa, Pedro Burmester, Arbo Valdma, Malcom Bilson, Naum Grubert e Dmitri Bashkirov. Recentemente tocou em recitais de música de câmara gravados pela rádio holandesa - Radio West- tendo já gravado recitais a solo para a rádio portuguesa - Antena 2. Actualmente, encontra-se a estudar no Royal Conservatoire of The Hague, sob orientação do Pianista Naum Grubert.
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domingo, 28 de abril de 2013
Resumo
4 Maio 18h Ana Margarida Silva PIANO L. V. Beethoven; F. Mendelssohn; S. Prokofiev (adiado de 27Abril)
18 Maio 18h No segundo centenario de Wagner
1 Junho Gala
15 Junho Pianista residente Miguel Sousa : Beethoven, Chopin
29 de Junho CMS Diliana Santos soprano e Gonçalo Simões piano
13 Julho piano a quatro mãos e dois pianos DueAna ;F. Liszt ;C. Saint- Saens
20 Julho Jorge Fontes piano
27 Julho Isabel Romero piano 1ºano de licenciatura na Haute école de musique de Genève.
sábado, 20 de abril de 2013
Trompete
Miguel Sousa ao piano e em trompete:
Liliana Ramos
Sonata para trompete e piano, I andamento, Kent Kennan
Concerto , Arutyunyan
Bruno Pires
Concerto em Mi b M, Hummel
Solo de Concours, Théo Charlier
Impromptu, Jacques Ibert
terça-feira, 19 de março de 2013
23 Março 18h
Violino: BRUNO SOUSA Piano HELENA BIVAR
Obras de
Johannes Brahms, Fritz Kreisler
Johannes Brahms (Hamburgo, 7 de maio de 1833 — Viena, 3 de abril de 1897)
A Sonata é uma obra extremamente lírica, composta de melodias longas que de pequenos temas assim como de extrapolações expansivas que desenvolvimentos concisos. É, ao mesmo tempo, uma das obras mais rigidamente estruturadas, com um grau de integração formal raro na obra de Brahms. O ritmo pontilhado do tema que inicia o primeiro andamento (Vivace ma non troppo) domina o segundo tema do Adagio assim como todo o terceiro andamento (Allegro molto moderato) e o segundo tema do Adagio reaparece na secção central do último andamento, dos três que compõem a Sonata.
O primeiro andamento, Vivace, é tornado mais temperado pelo ma non troppo, em forma-sonata com dois temas plenos de lirismo. O andamento central, um Adagio, utiliza uma forma ternária, com um emocional tema principal, em que o violino possui um claro papel principal. O último andamento, Allegro molto moderato, abre com uma citação directa de Regenlied (Canção da Chuva) Op. 59 N.º 3, uma obra melancólica no modo menor que recorda os distantes anos de juventude. Na Sonata, Brahms inicia este tema no modo menor mas, com o regresso do tema do Adagio, regressa à tónica maior da Sonata (Sol maior). A obra termina com uma calorosa coda, de bonito desenho.
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Estas peças são um exemplo de uma escrita romântica, com o intuito de captar o sentimento do público. As duas peças, para violino e piano, são na generalidade de uma concepção relativamente simples, com breves ritmos sincopados que proporcionam passagens com extenso uso de vibrato, efeito bastante popular na época pela associação ao choro.
Obras de
Johannes Brahms, Fritz Kreisler
"Liebeslied", Fritz Kreisler
"Schön Rosmarin", Fritz Kreisler
Sonata para violino e piano nº1 em Sol Maior, op. 78,
Johannes Brahms
Johannes Brahms (Hamburgo, 7 de maio de 1833 — Viena, 3 de abril de 1897)
Brahms ocupou o espaço deixado por Wagner, que se dedicava à ópera, e com ele dominou a música da segunda metade do século XIX.A obra brahmsiniana representa a fusão da expressividade romântica com a preocupação formal clássica quando a vanguarda estava com a música programática de Liszt e o cromatismo wagneriano, Brahms compôs música pura e diatônica.
A Sonata para Violino e Piano em Sol Maior Op. 78, de Johannes Brahms , foi escrita entre 1878-79, um período coincidente com a conclusão da Sinfonia N.º 1 e do Concerto para Violino.A Sonata é uma obra extremamente lírica, composta de melodias longas que de pequenos temas assim como de extrapolações expansivas que desenvolvimentos concisos. É, ao mesmo tempo, uma das obras mais rigidamente estruturadas, com um grau de integração formal raro na obra de Brahms. O ritmo pontilhado do tema que inicia o primeiro andamento (Vivace ma non troppo) domina o segundo tema do Adagio assim como todo o terceiro andamento (Allegro molto moderato) e o segundo tema do Adagio reaparece na secção central do último andamento, dos três que compõem a Sonata.
O primeiro andamento, Vivace, é tornado mais temperado pelo ma non troppo, em forma-sonata com dois temas plenos de lirismo. O andamento central, um Adagio, utiliza uma forma ternária, com um emocional tema principal, em que o violino possui um claro papel principal. O último andamento, Allegro molto moderato, abre com uma citação directa de Regenlied (Canção da Chuva) Op. 59 N.º 3, uma obra melancólica no modo menor que recorda os distantes anos de juventude. Na Sonata, Brahms inicia este tema no modo menor mas, com o regresso do tema do Adagio, regressa à tónica maior da Sonata (Sol maior). A obra termina com uma calorosa coda, de bonito desenho.
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Fritz Kreisler (1875-1962), violinista americano de nascimento austríaco, foi um dos mais celebrados intérpretes deste instrumento na primeira metade do século XX.
Liebesleid (mágoa do amor) e Schön Rosmarin (alegria do amor),peças publicadas em 1905 (melodias vienenses antigas) sendo atribuídas propositadamente por Kreisler ao compositor austríaco Joseph Lanner (1801-1843)Estas peças são um exemplo de uma escrita romântica, com o intuito de captar o sentimento do público. As duas peças, para violino e piano, são na generalidade de uma concepção relativamente simples, com breves ritmos sincopados que proporcionam passagens com extenso uso de vibrato, efeito bastante popular na época pela associação ao choro.
domingo, 17 de março de 2013
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